IntelBuzz · Buzz Giro · Agente Gestor de Leads · v1.3 · 16/08/2026 · onda 0 concluída, rampa em curso · papéis do gerente, da gerência geral e do RevOps

Giro: o agente que é dono do relógio do card

Complementa o Sistema de Gestão do Funil, a OnePage do Gerente e a OnePage do Corretor. Aqui está a máquina que sustenta os ritos: quem vigia cada card, com que prazo, com que prova, com que poder, e quem responde por ela.

Por que ele existe. Hoje temos réguas soltas por ponto do funil: monitor de 30 min, Card Rápido na fase Lead, cobrança 13h30 e 18h30, watcher do Canal Aberto, BZ Proativo, cobrança de retirada de pauta. Cada uma vigia um pedaço e some depois. O que não existe é um dono do relógio do card inteiro, do nascimento até a saída. Por isso o diagnóstico se repete em todo relatório: o primeiro toque acontece e a cadência morre. O Giro é esse dono. A entrega dele é uma só: todo card do território tem próxima ação com data, ou está fora do funil com motivo.

Decisão do Clévis na reunião de marketing de 13/08/2026: gestor de lead é IA, não pessoa. Contratação descartada. Este documento é o desenho dessa IA e da camada humana que responde por ela.

1 · O território (fontes selecionadas)

O Giro não cuida do funil inteiro. Ele cuida das fontes onde o lead chega por máquina ou por evento, que são as que têm régua possível. Base: leads de venda criados em 2026, foto de 16/08.

FonteBrutoAbertosSem atividade 30d+Sem atividade 90d+Conversão líquidaNatureza do lead
Canal Aberto Campanhas1.2618166234640,6%conversa já aberta no WhatsApp, vinda do funil Ágilis
Site da Imobiliária1.7258035553902,5%formulário, imóvel de interesse, 28% de duplicidade
Portal Zap6402531781260,5%portal, 42% de duplicidade, volume alto e qualidade baixa
Plantão Loja244154112724,6%presencial, corretor já falou olho no olho
Plantão Obra1106447218,3%presencial no produto, maior intenção da casa
Total do território3.9802.0901.5151.0731,6%87 corretores envolvidos
O que a tabela grita. Plantão é a melhor fonte que temos e a mais abandonada: Obra converte 8,3% e Loja 4,6%, contra 2,5% do site e 0,5% do Zap. Mesmo assim, 73% dos leads de plantão abertos estão sem atividade há mais de 30 dias. É lead que apertou a mão do corretor e morreu na gaveta. Já o Canal Aberto é o oposto: maior estoque aberto (816), pior conversão (0,6%) e 464 cards sem qualquer atividade há mais de 90 dias, apesar de a conversa com o cliente já estar aberta quando o card nasce.

Fica de fora da v1: Relacionamento, Indicação, Anúncio do Corretor, Cliente de Carteira e afins. São fontes de relacionamento pessoal, onde o relógio da máquina cobra o que não dá pra padronizar. Entram depois, se a v1 provar valor.

2 · As decisões estruturantes (travadas em 16/08/2026)

Flag, não descarte
O Giro age no que é reversível (dono, tarefa, sinalização) e não tira nenhum lead do funil nem mexe em fase. Régua esgotada vira flag, e a decisão sai do humano no mutirão.
RevOps audita por amostra
Voz interna na v1
Fala com corretor, gerente, gerência geral e RevOps. Não fala com o cliente. Resgate ao cliente entra na fase 2, depois de estabilizado.
Zero risco de atropelar o corretor
Fluxo novo + mutirão dirigido
Gere 100% do lead novo do território e, em paralelo, organiza os 1.515 parados em baldes por corretor pro Rito 5.
Ele organiza, o humano decide
Dono operacional: RevOps
O Leandro responde pelo agente no dia a dia: régua, qualidade da decisão, definição do número e capacitação de quem falha. O COO é o patrocinador, não o operador.
Defeito do agente não volta pra mesa do COO

3 · Os 4 princípios do agente

1. O relógio é do agente, a decisão é do humano. Nenhum card do território fica sem alguém olhando o cronômetro. Cronômetro estourado não vira aviso repetido: vira flag com nome, motivo e prazo, e flag tem que virar decisão de gente. O agente cobra até virar.

2. Prova é evento, não campo preenchido. O Giro só aceita como prova o que deixou rastro: tentativa no Card Rápido, atividade real no Bitrix, clique no link, mudança de fase com registro. Campo preenchido na mão não fecha estado nenhum.

3. Cada fonte tem régua própria. Cobrar plantão como se fosse formulário do site é errar duas vezes. A régua nasce da natureza do lead, não da fase do Bitrix.

4. Silêncio é feature. Corretor com carteira girando não recebe nada. Teto de 3 mensagens por dia continua valendo pra tudo. Cobrança é exceção, e exceção que vira rotina é sinal de que a régua está errada, não de que o corretor é ruim.

4 · A máquina de estados do giro

O Giro não raciocina por fase do Bitrix, ele raciocina por estado próprio. A fase do CRM é consequência, não fonte. Cada estado tem prazo, prova que o fecha e consequência de estouro.

EstadoPrazoProva que fechaO que o Giro faz no estouroEscalada
1. Chegou
card criado, dono definido
10 minclique no link do cardrepassa o dono automaticamente (1º estouro) e avisa o gerentegerente é notificado, não executa
2. Aceito
corretor abriu o card
30 min1ª tentativa registradacobra o corretor, marca o card e conta pro placar do prioritário2º estouro: gerente decide o dono na mão. Sem decisão no dia, sobe pro Yuri
3. Em tentativa
tentando falar
5 dias úteis ou 8 tentativasfalou com o clientefim de régua: sinaliza régua esgotada e joga na fila de decisão. Não descartagerente no brief das 8h45
4. Falou
houve conversa real
24hfase nova + perfil (valor, bairro, tipo)cria a tarefa da próxima ação e cobra o perfil que faltalead sem perfil não entra no BZ Proativo
5. Em cadência
Em contato, Quente, Morno, Frio
régua por temperatura: 48h quente, 7d em contato, 15d morno, 30d frioregistro novo + próxima ação com datacobra o corretor, escala a tarefa vencida, marca o card como esfriando7d vencida vai pro gerente, 14d pro COO
6. Agendado
visita marcada
até a visita + 24hfeedback da visita registradocobra o feedback pela Central de Visitas e reabre a cadênciagerente no brief
7. Dormente
30 dias sem registro
imediato ao entrarqualquer decisão humanamarca o flag do balde (reabordar, descartar, redistribuir) e joga na fila do mutirão, sem mover o cardRito 5, quinzenal
8. Saída
ganho ou descarte, sempre por humano
sempremotivo declaradofecha o relógio, registra e alimenta o placar da fonteRevOps audita por amostra estratificada

Reentrada é evento, não estado: cliente que volta por qualquer fonte do território reabre o relógio no estado 2 com prazo de 24h, no card original, e o dono recebe alerta quente em vez de o sistema criar duplicado mudo.

5 · A régua por fonte (o que muda de uma pra outra)

Site da Imobiliária e Portal Zap

régua mais dura 1.056 abertos · 733 parados 30d+ · duplicidade 28% e 42%

Cliente escolheu um imóvel e pediu contato. É o lead com maior expectativa de velocidade e o que mais sofre com duplicidade. Régua da reunião de marketing de 13/08: aceite pelo clique em 10 min, card atualizado em 30 min, senão repassa.

Dedup antes de distribuir: o Giro checa telefone e e-mail contra a base antes de acionar alguém. Se bate com card existente, não nasce lead novo, nasce alerta de reentrada pro dono do card original. Isso sozinho tira 42% do ruído do Zap da mesa do corretor.

Canal Aberto Campanhas

maior estoque, pior conversão 816 abertos · 623 parados 30d+ · 464 parados 90d+

A conversa com o cliente já está aberta quando o card chega do funil Ágilis. Fase Lead aqui é mentira estrutural: não existe "ainda tentando falar". O watcher canal_aberto_lead.py já cobre isso, mas só nos 3 primeiros dias e só na fase Lead.

O que o Giro acrescenta: exige resumo da conversa e fase nova em 24h, e continua vigiando depois que o card sai da fase Lead. Os 464 cards parados há mais de 90 dias provam que a régua atual solta a mão cedo demais. Esta é a fonte onde o Giro vai ter mais trabalho e onde tem mais volume a recuperar.

Plantão Loja e Plantão Obra

melhor conversão da casa 218 abertos · 159 parados 30d+ · 4,6% e 8,3%

Lead presencial: o corretor já falou com a pessoa, já sabe o que ela quer. Aqui o problema não é o primeiro toque, é o segundo. Cobrar "1ª tentativa em 30 min" num lead de plantão é cobrar o que já aconteceu.

Régua própria do plantão:

6 · As 5 camadas do agente

1 · Sensor
Enxerga sem depender do corretor: criação e fonte do lead, clique no card, tentativa no Card Rápido, atividade real no Bitrix, mudança de fase pelo stagehistory, tarefa criada e vencida, reentrada por telefone e e-mail, aviso do Proativo aberto ou ignorado.
2 · Relógio
Mantém um cronômetro por card, com o estado, o prazo e a prova pendente. É a peça que não existe hoje: cada régua atual tem memória curta e própria.
3 · Executor
Escreve no CRM: cria a tarefa da próxima ação, carimba campo, marca sem prova, repassa dono no 1º estouro, monta os baldes do mutirão, arma o link do card certo.
4 · Escalador
Corretor no dia, gerente às 8h45, gerência geral no fim do dia, RevOps por laudo, COO no resumo semanal. Prioriza por conversão da fonte e valor do card. Respeita o teto de 3 mensagens por dia.
5 · Placar
Calcula os 8 números do sistema por card, não só por agregado. Sem isso ele não sabe quem cobrar. O painel vira consequência do cálculo, não a fonte dele.

7 · Quem é quem no Giro (a camada humana)

Máquina sozinha não muda comportamento. O agente aponta e executa a repetição, mas quem confronta, quem ensina e quem decide são pessoas. A regra que separa os papéis sem sobreposição é uma só:

O RevOps produz o laudo. A gerência geral usa o laudo. Quem audita e capacita não cobra pessoa; quem cobra pessoa não audita o próprio resultado. Misturar os dois é como pedir pro jogador apitar o jogo.
todo dia, 24/7
Agente Giro
Cobra a repetição: SLA, régua, tarefa vencida, prova, reentrada. Executa no CRM dentro da trava.
18h30
Corretor
Executa e registra. Responde ao gerente.
9h
Gerente de equipe
3 cobranças nominais por dia com link do card. Decide o 2º estouro. Flash de segunda e 1:1 mensal.
fim do dia e semana
Yuri · gerência geral comercial
Cobra o gerente que não cobrou. Desce no corretor quando a falha é sistemática. Reatribui entre equipes.
segunda, 08h30
COO · patrocinador
Lê o sistema, não a pessoa. Uma mudança de processo por semana. Último nível de decisão.
atravessa todos os níveis, por entregável
Leandro · RevOps, dono operacional do agente
Responde pelo Giro no dia a dia: régua, qualidade da decisão, definição do número e capacitação de quem falha. Não cobra pessoa, entrega evidência e trilha.

Gerente de equipe: quem cobra a pessoa todo dia

É o único papel que fala com o corretor todo dia, e por isso é o que decide se o sistema pega ou não. O agente entrega o recorte pronto às 8h45 justamente pra ele não gastar tempo procurando o que cobrar: ele decide o que fazer com o que já chegou.

O que ele recebe do agente: brief das 8h45 com leads de ontem sem tentativa, prioritários fora da janela, quentes parados 48h+, tarefas vencidas, reentradas, avisos do Proativo ignorados e os 3 cards mais críticos por valor. Mais bz tarefas <corretor> sob demanda, que é o mesmo dado que o corretor recebeu às 18h30.

O que ele nunca faz: cobrar de memória, cobrar o que o robô já cobra, fazer flash sem decisão e aceitar descarte sem motivo. São os quatro "nuncas" da OnePage do Gerente.

Leandro · RevOps: dono operacional do agente

O Giro não pode ter como dono quem ele cobra, nem quem patrocina o sistema. O RevOps é o dono operacional porque a função dele é justamente a qualidade do processo. O COO é patrocinador: homologa mudança de régua na leitura de segunda e banca as decisões, sem operar o dia a dia do agente.

O que ele decide sozinho sobre o agente, sem esperar a segunda: pausar gatilho que está gerando ruído, ajustar limiar de prazo dentro da faixa pré-aprovada (até 50% para mais ou para menos), desligar um flag cuja taxa de rejeição estourou, e mandar refazer a classificação de um balde. Poder sobre a máquina, não sobre pessoa.

O que só o COO decide: dar ao agente qualquer poder de descarte ou de mover fase, ampliar o território para novas fontes, mexer no teto de mensagens e ligar a voz com o cliente.

Cinco entregas, todas com prazo e formato:

  1. Guarda da régua. Quando a rejeição de flag passa de 5%, ele investiga se o erro é do agente ou da operação e propõe o ajuste. Entrega: proposta de ajuste na leitura de segunda, com o card que motivou.
  2. Auditoria da decisão, nas duas pontas. Na saída, amostra estratificada dos descartes do agente e dos humanos. Na entrada, o furo maior: prova de fachada, ou seja, registro no Card Rápido sem atividade correspondente no Bitrix, fase andada na mão pela UI, tentativa que não existiu. Entrega: laudo quinzenal com amostra, veredito e cards citados.
  3. Qualificação do corretor que falha. É entrega esperada dele, não opcional. O agente diz quem falha e em qual estado do giro, que é o que muda o tratamento: quem não aceita em 10 min tem um problema, quem aceita e morre no 2º toque tem outro, e quem registra sem conversar tem um terceiro. Cada padrão vira uma trilha curta. Entrega: diagnóstico mensal por corretor e a trilha correspondente.
  4. Preparo da liderança. O material que o gerente e o Yuri usam pra cobrar sai do RevOps: o recorte, a evidência e o roteiro. Entrega: pacote de evidência antes do flash de segunda e do 1:1.
  5. Dono da definição do número. O agente calcula, mas alguém responde pela definição. Quando o CEO perguntar por que o travamento caiu, a resposta não pode ser "o script diz": tem que ter humano garantindo que o número não foi maquiado por descarte em massa. Entrega: fechamento mensal do placar com nota de qualidade.

As cinco entregas se encaixam nas metas R1 a R6 do playbook RevOps v3, que já é o método de auditoria e amostragem da casa. O Giro não cria processo novo pro RevOps, ele vira a fonte de dado do processo que já existe.

Voz na leitura de segunda: o laudo do RevOps entra no Rito 4 junto com o placar. E o aceite da onda 0 (sombra) é dele: enquanto o log de sombra não bater com os cards reais, o agente não abre a boca.

Yuri · gerência geral comercial: a autoridade sobre a execução

O gerente cobra o corretor. Mas tem gerente que também não cobra, e até aqui isso morria na mesa do COO. O Yuri absorve esse degrau: ele cobra o gerente e responde pela execução comercial do funil inteiro.

A trava contra dupla cobrança. Cada pessoa tem um cobrador por vez. O corretor responde ao gerente, e o Yuri só entra na exceção declarada acima, sempre com o gerente na conversa. Se o corretor aprende que a cobrança que vale é a do Yuri, o gerente vira figurante e o problema piora em vez de melhorar. O mesmo vale pro RevOps: ele nunca cobra, ele mostra.

O que o agente dispara pra cada um

GatilhoVai paraQuando
Rejeição de flag do agente acima de 5% na semanaLeandrosemanal
Fila de decisão crescendo 2 semanas seguidasLeandro, e vira pauta do COOsemanal
Suspeita de prova de fachada (registro sem atividade correspondente)Leandrono ato, entra na amostra
Descarte em lote acima do limite diárioLeandro, com aval do COOno ato
Corretor reincidente no mesmo estado do giro por 2 mesesLeandro (trilha)mensal
Amostra estratificada de cards decididosLeandroquinzenal
Placar dos 6 gerentes: cobrou, não cobrou, card andouYurifim do dia
2º estouro de repasse sem decisão do gerenteYurino dia
Corretor com falha sistemática, 3 semanas no mesmo buracoYuri, com o gerente em cópiasemanal
Equipe com dormentes acima da média da casaYurisemanal
Placar geral, ranking de equipes e antimétricaCOOsegunda, 08h30

8 · O que ele faz sozinho e o que nunca faz

O agente sinaliza, o humano decide. Na v1 o Giro não tira nenhum lead do funil e não mexe em fase. Ele age no que é reversível (dono, tarefa, flag) e transforma o resto em fila de decisão com nome, motivo e prazo. Balde é flag, não é movimento.

Faz sozinho (tudo reversível)

  • Repassar o dono no 1º estouro de 10 ou 30 min
  • Criar e reagendar a tarefa da próxima ação
  • Sinalizar o card como sem prova, sem tocar na fase
  • Sinalizar régua esgotada (8 tentativas ou 5 dias úteis sem resposta do cliente). É flag, não é descarte: quem decide é o humano no mutirão
  • Sinalizar reentrada no card original e avisar o dono
  • Devolver pra fila o card de corretor inativo ou desligado
  • Classificar os dormentes em baldes por flag e montar a lista do mutirão por equipe

Nunca faz (a trava)

  • Não descarta lead nenhum. Nenhuma fonte, nenhum valor, nenhum motivo. Saída de funil é ato humano na v1
  • Não move fase, pra frente nem pra trás. Fase é ato do corretor: o agente sinaliza e cobra
  • Não mexe no controle de duplicado, que já tem dono e já roda
  • Não apaga nem sobrescreve registro escrito por corretor
  • Não fala com o cliente na v1

Toda sinalização entra no log central com motivo, card e regra que disparou. O RevOps audita por amostra estratificada. Flag rejeitado pelo humano é sinal de régua errada e vira ajuste na leitura de segunda.

O risco que essa escolha cria, e como a gente cobre. Se o agente só sinaliza, o gargalo deixa de ser a máquina e passa a ser a capacidade humana de decidir. Flag que ninguém resolve é dado morto, e a gente já tem 1.515 cards provando que dado parado não move nada. Por isso entrou um indicador novo no placar: fila de decisão pendente, com quantidade e idade. Se ela crescer duas semanas seguidas, o problema não é mais o funil, é a agenda do mutirão.

9 · O que ele reaproveita e o que falta construir

PeçaStatusPapel no Giro
Card Rápido (fase Lead) e lead_tentativasno arfonte da prova de contato e da próxima ação
Monitor de 30 minno arvira o estado 2 do relógio
Cadência 13h30 / 18h30 / 19h / 20hno arvira o canal de cobrança do escalador, com o teto que já respeita
Watcher do Canal Abertono arvira a régua de 24h da fonte, estendida além dos 3 dias
BZ no WhatsApp (meus leads, tarefas)no ara boca do agente com corretor e gerente
Stagehistory no DuckDB localno arhistórico de fase, base do estado e do KPI D+7
Painel de adoção do Proativono arsinal de engajamento por corretor
Playbook RevOps v3 (metas R1 a R6, amostragem, escada de reincidência)no aro método que o Leandro já usa vira o método de auditoria do Giro
Tabela de estado por card (o relógio)faltao coração do agente, hoje não existe
Régua das fases Em contato, Quente, Morno, Friofaltaitem 1 do backlog do playbook, maior obra e maior impacto
Dedup na entrada (telefone e e-mail)faltacorta 28% do site e 42% do Zap antes de acionar gente
Alerta de reentrada no card originalfaltaitem 4 do backlog, 95 reentradas ignoradas no ano
Repasse automático 10 / 30 minfaltajá prometido na OnePage do Gerente, pendente de validação do Yuri
Brief do gerente 8h45faltaitem 2 do backlog, a saída diária do escalador
Brief do Yuri (placar dos 6 gerentes)faltanovo, mede cobrança de gerente sem depender de relato
Laudo do RevOps (amostra + prova de fachada)faltanovo, alimenta auditoria e trilha de capacitação
Régua própria do plantão (perfil no ato, D+1)faltanovo, melhor retorno por card do território

10 · Como ele se comporta no WhatsApp

Teto duro: 3 mensagens por corretor por dia, somando tudo que a casa dispara. O Giro entra na fila que já existe, não abre canal novo.

Ordem de prioridade quando o teto aperta: plantão, depois site, depois canal aberto, depois Zap. Dentro da fonte, ordena por valor do card. Conversão da fonte define quem passa na frente.

Agrupamento sempre: uma mensagem com os 5 cards do corretor, nunca 5 mensagens. Padrão que já vale por causa do risco de shadow ban do chip.

Horário: segunda a sexta 9h às 19h, sábado 9h às 13h, domingo não opera. Mesma guarda das automações atuais.

Silêncio ativo: corretor com todos os cards em dia não recebe nada. O agente que fala todo dia com todo mundo vira ruído, e ruído é ignorado em uma semana.

Liderança fora do teto: brief do gerente, placar do Yuri e laudo do RevOps não competem com o teto do corretor, são canais próprios e de baixa frequência.

11 · O estoque: os 1.515 parados

O Giro não sai cobrando o passivo, isso viraria avalanche. Ele organiza e devolve pro Rito 5 (mutirão quinzenal), por equipe, em 3 baldes já classificados:

Balde 1 · Reabordar
Alto valor, qualificado ou reentrou. Começa pelo plantão (maior conversão) e pelos cards acima de R$ 2 milhões. Campanha de recontato com oferta atual.
Balde 2 · Descartar com motivo
Régua esgotada, incontactável, fora de perfil. O Giro só marca o flag e monta a lista; o descarte é ato humano no mutirão, com motivo declarado.
Balde 3 · Redistribuir
Sem prova, sem dono ativo, corretor desligado ou stand by. Volta pra fila com corretor novo e relógio zerado. Redistribuição entre equipes é decisão do Yuri.

Meta: estoque de dormentes do território zerado em 3 mutirões (6 semanas), no mesmo ritmo já previsto no playbook. Como todo descarte é humano, o RevOps audita amostra do balde 2 pra garantir que a decisão do mutirão não virou lixeira de conveniência.

12 · O placar do agente (como saber se ele funciona)

Os 8 números do sistema medem a operação. Estes 7 medem o agente, são a régua dele na leitura de segunda e são a responsabilidade do dono operacional:

Cobertura do relógio
% dos cards do território com estado e próxima ação com data
Meta: 100%
Dormentes no território
cards sem registro há 30+ dias. Hoje: 1.515 de 2.090 (72%)
Meta 90 dias: menos de 20%
Decisões humanas por semana
flags que viraram decisão de gente: avançou com data, reabordou, descartou com motivo ou redistribuiu
Meta: sobe toda semana
Fila de decisão
flags aguardando decisão humana e idade mediana da fila. É o indicador que denuncia flag virando dado morto
Meta: fila não cresce 2 semanas seguidas, idade abaixo de 15 dias
Rejeição de flag
% dos flags do agente que o humano rejeitou por estarem errados. Termômetro de confiança da régua
Meta: abaixo de 5%
Ruído
mensagens por corretor por dia e % de corretores que receberam algo
Meta: teto 3, e menos de 40% da equipe cobrada por dia
Conversão por fonte
o número final: ganhos sobre base líquida em cada uma das 5 fontes
Meta: plantão acima de 10%, site acima de 4%
Antimétrica declarada. Se as decisões humanas subirem à custa de descarte em massa e a "conversão por fonte" não mexer em 60 dias, o funil está sendo limpado, não girado. E o oposto também é falha: fila de decisão crescendo semana após semana significa que o agente está trabalhando e a operação não. Os dois alarmes são do RevOps, que traz o veredito na leitura de segunda.

13 · Roadmap em ondas

OndaO que entraCritério de funcionou
0 · Sombra
concluída em 16/08/2026
Território, tabela de estado, relógio e placar por card. O agente calcula tudo e não envia nada, só registra o que teria feito.
Entregue: motor giro_estado.py (3.980 cards em 9 estados), validação contra o Bitrix (8 de 8 estados, nenhum card sem estado), placar setorizado por fonte, equipe e corretor, cron diário às 6h20 e a medição do volume.
Log bate com a realidade: sim. Volume: reprovou ligar direto (72% da equipe cobrada no dia 1) e passou com rampa (3% por dia).
0,5 · Rampa
em curso, depende de gente
Etapa que não existia no plano original: entrou porque a medição da onda 0 reprovou a partida direta. É o Mutirão de Partida, com 215 cards vivos travados entre 8 e 29 dias, 49 corretores, 7 equipes e R$ 344,69 milhões em jogo, mais a redistribuição dos 111 cards órfãos, que é ação da gerência geral.
Não tem código novo: é agenda de gerente com o corretor, 15 minutos por pessoa.
lista zerada em todas as equipes. A régua do agente não liga antes disso.
1 · Executor interno
bloqueada pela rampa
Cria tarefa, carimba campo, sinaliza sem prova, cobra pelo BZ com teto. Régua do plantão (perfil no ato e D+1) entra aqui, é a de melhor retorno. Primeiro laudo do RevOps.cobertura do relógio em 100% do fluxo novo, rejeição de flag abaixo de 5%
2 · Repasse e escaladaRepasse automático 10 e 30 min (validado pelo Yuri), dedup na entrada, alerta de reentrada, brief do gerente às 8h45 e placar dos gerentes pro Yuri.6 gerentes recebendo o brief, Yuri com o placar diário, duplicidade do Zap caindo pela metade na mesa do corretor
3 · Decisão de saída
plano escrito em 16/08/2026
Régua de Em contato, Quente, Morno e Frio. Flag de régua esgotada e baldes do mutirão por equipe. Trilhas de capacitação do RevOps rodando.
Plano completo: Onda 3, a Decisão de Saída. A medição achou o buraco principal: 95% dos cards em "Em contato" nunca receberam temperatura (651 cards, R$ 754,5 milhões). Antes da régua vem o padrão de temperatura escrito e o mutirão de classificação.
dormentes do território abaixo de 40%, fila de decisão estável, auditoria sem apontar descarte indevido
4 · Voz com o cliente
fase 2, depois de estabilizado
Resgate: se o corretor não toca no prazo, o Giro manda a primeira mensagem ao cliente e devolve o contexto pro corretor.decisão nova do COO, com o resultado das ondas 1 a 3 na mesa

14 · Contra o que esse agente protege

Avalanche de cobrança. Onda 0 roda em sombra justamente pra medir o volume antes de abrir a boca. Teto de 3 mensagens e silêncio ativo valem desde o primeiro dia.

Limpeza silenciosa. Resolvida na raiz: o agente não descarta nada e não move fase. Todo lead que sai do funil saiu pela mão de uma pessoa, com motivo declarado e sujeito à auditoria por amostra do RevOps.

Flag que vira dado morto. O outro lado da mesma escolha. Sinalizar sem decidir só funciona se a decisão acontecer, por isso a fila de decisão entrou no placar com quantidade e idade. Fila crescendo duas semanas seguidas é pauta obrigatória da leitura de segunda.

Agente que vira alerta ignorado. É o risco número um, e é o que já aconteceu com o Proativo (44 avisos, 1 abertura). Por isso ele tem poder de escrever no CRM: quando ninguém age, alguma coisa acontece do mesmo jeito.

Cobrança sem capacitação. Cobrar quem não sabe fazer não ensina, só queima a relação e empurra pro descarte de conveniência. Por isso a qualificação é entrega esperada do RevOps, não um extra.

Gerente esvaziado. Um cobrador por pessoa. A gerência geral entra na exceção declarada, sempre com o gerente na conversa, senão a equipe aprende a esperar o degrau de cima.

Defeito do agente virando trabalho do COO. É pra isso que existe dono operacional. O COO patrocina, homologa mudança de régua e lê o sistema. Ele não opera o agente.

Régua errada culpando gente. Rejeição de flag acima de 5% ou cobrança que atinge mais de 40% da equipe todo dia são sinal de régua mal calibrada. O ajuste é uma mudança de processo por semana, na leitura de segunda, como já manda o Rito 4.