IntelBuzz · Buzz Giro · Agente Gestor de Leads · v1.3 · 16/08/2026 · onda 0 concluída, rampa em curso · papéis do gerente, da gerência geral e do RevOps
Complementa o Sistema de Gestão do Funil, a OnePage do Gerente e a OnePage do Corretor. Aqui está a máquina que sustenta os ritos: quem vigia cada card, com que prazo, com que prova, com que poder, e quem responde por ela.
Decisão do Clévis na reunião de marketing de 13/08/2026: gestor de lead é IA, não pessoa. Contratação descartada. Este documento é o desenho dessa IA e da camada humana que responde por ela.
O Giro não cuida do funil inteiro. Ele cuida das fontes onde o lead chega por máquina ou por evento, que são as que têm régua possível. Base: leads de venda criados em 2026, foto de 16/08.
| Fonte | Bruto | Abertos | Sem atividade 30d+ | Sem atividade 90d+ | Conversão líquida | Natureza do lead |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Canal Aberto Campanhas | 1.261 | 816 | 623 | 464 | 0,6% | conversa já aberta no WhatsApp, vinda do funil Ágilis |
| Site da Imobiliária | 1.725 | 803 | 555 | 390 | 2,5% | formulário, imóvel de interesse, 28% de duplicidade |
| Portal Zap | 640 | 253 | 178 | 126 | 0,5% | portal, 42% de duplicidade, volume alto e qualidade baixa |
| Plantão Loja | 244 | 154 | 112 | 72 | 4,6% | presencial, corretor já falou olho no olho |
| Plantão Obra | 110 | 64 | 47 | 21 | 8,3% | presencial no produto, maior intenção da casa |
| Total do território | 3.980 | 2.090 | 1.515 | 1.073 | 1,6% | 87 corretores envolvidos |
Fica de fora da v1: Relacionamento, Indicação, Anúncio do Corretor, Cliente de Carteira e afins. São fontes de relacionamento pessoal, onde o relógio da máquina cobra o que não dá pra padronizar. Entram depois, se a v1 provar valor.
1. O relógio é do agente, a decisão é do humano. Nenhum card do território fica sem alguém olhando o cronômetro. Cronômetro estourado não vira aviso repetido: vira flag com nome, motivo e prazo, e flag tem que virar decisão de gente. O agente cobra até virar.
2. Prova é evento, não campo preenchido. O Giro só aceita como prova o que deixou rastro: tentativa no Card Rápido, atividade real no Bitrix, clique no link, mudança de fase com registro. Campo preenchido na mão não fecha estado nenhum.
3. Cada fonte tem régua própria. Cobrar plantão como se fosse formulário do site é errar duas vezes. A régua nasce da natureza do lead, não da fase do Bitrix.
4. Silêncio é feature. Corretor com carteira girando não recebe nada. Teto de 3 mensagens por dia continua valendo pra tudo. Cobrança é exceção, e exceção que vira rotina é sinal de que a régua está errada, não de que o corretor é ruim.
O Giro não raciocina por fase do Bitrix, ele raciocina por estado próprio. A fase do CRM é consequência, não fonte. Cada estado tem prazo, prova que o fecha e consequência de estouro.
| Estado | Prazo | Prova que fecha | O que o Giro faz no estouro | Escalada |
|---|---|---|---|---|
| 1. Chegou card criado, dono definido | 10 min | clique no link do card | repassa o dono automaticamente (1º estouro) e avisa o gerente | gerente é notificado, não executa |
| 2. Aceito corretor abriu o card | 30 min | 1ª tentativa registrada | cobra o corretor, marca o card e conta pro placar do prioritário | 2º estouro: gerente decide o dono na mão. Sem decisão no dia, sobe pro Yuri |
| 3. Em tentativa tentando falar | 5 dias úteis ou 8 tentativas | falou com o cliente | fim de régua: sinaliza régua esgotada e joga na fila de decisão. Não descarta | gerente no brief das 8h45 |
| 4. Falou houve conversa real | 24h | fase nova + perfil (valor, bairro, tipo) | cria a tarefa da próxima ação e cobra o perfil que falta | lead sem perfil não entra no BZ Proativo |
| 5. Em cadência Em contato, Quente, Morno, Frio | régua por temperatura: 48h quente, 7d em contato, 15d morno, 30d frio | registro novo + próxima ação com data | cobra o corretor, escala a tarefa vencida, marca o card como esfriando | 7d vencida vai pro gerente, 14d pro COO |
| 6. Agendado visita marcada | até a visita + 24h | feedback da visita registrado | cobra o feedback pela Central de Visitas e reabre a cadência | gerente no brief |
| 7. Dormente 30 dias sem registro | imediato ao entrar | qualquer decisão humana | marca o flag do balde (reabordar, descartar, redistribuir) e joga na fila do mutirão, sem mover o card | Rito 5, quinzenal |
| 8. Saída ganho ou descarte, sempre por humano | sempre | motivo declarado | fecha o relógio, registra e alimenta o placar da fonte | RevOps audita por amostra estratificada |
Reentrada é evento, não estado: cliente que volta por qualquer fonte do território reabre o relógio no estado 2 com prazo de 24h, no card original, e o dono recebe alerta quente em vez de o sistema criar duplicado mudo.
Cliente escolheu um imóvel e pediu contato. É o lead com maior expectativa de velocidade e o que mais sofre com duplicidade. Régua da reunião de marketing de 13/08: aceite pelo clique em 10 min, card atualizado em 30 min, senão repassa.
Dedup antes de distribuir: o Giro checa telefone e e-mail contra a base antes de acionar alguém. Se bate com card existente, não nasce lead novo, nasce alerta de reentrada pro dono do card original. Isso sozinho tira 42% do ruído do Zap da mesa do corretor.
A conversa com o cliente já está aberta quando o card chega do funil Ágilis. Fase Lead aqui é mentira estrutural: não existe "ainda tentando falar". O watcher canal_aberto_lead.py já cobre isso, mas só nos 3 primeiros dias e só na fase Lead.
O que o Giro acrescenta: exige resumo da conversa e fase nova em 24h, e continua vigiando depois que o card sai da fase Lead. Os 464 cards parados há mais de 90 dias provam que a régua atual solta a mão cedo demais. Esta é a fonte onde o Giro vai ter mais trabalho e onde tem mais volume a recuperar.
Lead presencial: o corretor já falou com a pessoa, já sabe o que ela quer. Aqui o problema não é o primeiro toque, é o segundo. Cobrar "1ª tentativa em 30 min" num lead de plantão é cobrar o que já aconteceu.
Régua própria do plantão:
Máquina sozinha não muda comportamento. O agente aponta e executa a repetição, mas quem confronta, quem ensina e quem decide são pessoas. A regra que separa os papéis sem sobreposição é uma só:
É o único papel que fala com o corretor todo dia, e por isso é o que decide se o sistema pega ou não. O agente entrega o recorte pronto às 8h45 justamente pra ele não gastar tempo procurando o que cobrar: ele decide o que fazer com o que já chegou.
O que ele recebe do agente: brief das 8h45 com leads de ontem sem tentativa, prioritários fora da janela, quentes parados 48h+, tarefas vencidas, reentradas, avisos do Proativo ignorados e os 3 cards mais críticos por valor. Mais bz tarefas <corretor> sob demanda, que é o mesmo dado que o corretor recebeu às 18h30.
O que ele nunca faz: cobrar de memória, cobrar o que o robô já cobra, fazer flash sem decisão e aceitar descarte sem motivo. São os quatro "nuncas" da OnePage do Gerente.
O Giro não pode ter como dono quem ele cobra, nem quem patrocina o sistema. O RevOps é o dono operacional porque a função dele é justamente a qualidade do processo. O COO é patrocinador: homologa mudança de régua na leitura de segunda e banca as decisões, sem operar o dia a dia do agente.
O que ele decide sozinho sobre o agente, sem esperar a segunda: pausar gatilho que está gerando ruído, ajustar limiar de prazo dentro da faixa pré-aprovada (até 50% para mais ou para menos), desligar um flag cuja taxa de rejeição estourou, e mandar refazer a classificação de um balde. Poder sobre a máquina, não sobre pessoa.
O que só o COO decide: dar ao agente qualquer poder de descarte ou de mover fase, ampliar o território para novas fontes, mexer no teto de mensagens e ligar a voz com o cliente.
Cinco entregas, todas com prazo e formato:
As cinco entregas se encaixam nas metas R1 a R6 do playbook RevOps v3, que já é o método de auditoria e amostragem da casa. O Giro não cria processo novo pro RevOps, ele vira a fonte de dado do processo que já existe.
Voz na leitura de segunda: o laudo do RevOps entra no Rito 4 junto com o placar. E o aceite da onda 0 (sombra) é dele: enquanto o log de sombra não bater com os cards reais, o agente não abre a boca.
O gerente cobra o corretor. Mas tem gerente que também não cobra, e até aqui isso morria na mesa do COO. O Yuri absorve esse degrau: ele cobra o gerente e responde pela execução comercial do funil inteiro.
| Gatilho | Vai para | Quando |
|---|---|---|
| Rejeição de flag do agente acima de 5% na semana | Leandro | semanal |
| Fila de decisão crescendo 2 semanas seguidas | Leandro, e vira pauta do COO | semanal |
| Suspeita de prova de fachada (registro sem atividade correspondente) | Leandro | no ato, entra na amostra |
| Descarte em lote acima do limite diário | Leandro, com aval do COO | no ato |
| Corretor reincidente no mesmo estado do giro por 2 meses | Leandro (trilha) | mensal |
| Amostra estratificada de cards decididos | Leandro | quinzenal |
| Placar dos 6 gerentes: cobrou, não cobrou, card andou | Yuri | fim do dia |
| 2º estouro de repasse sem decisão do gerente | Yuri | no dia |
| Corretor com falha sistemática, 3 semanas no mesmo buraco | Yuri, com o gerente em cópia | semanal |
| Equipe com dormentes acima da média da casa | Yuri | semanal |
| Placar geral, ranking de equipes e antimétrica | COO | segunda, 08h30 |
Toda sinalização entra no log central com motivo, card e regra que disparou. O RevOps audita por amostra estratificada. Flag rejeitado pelo humano é sinal de régua errada e vira ajuste na leitura de segunda.
| Peça | Status | Papel no Giro |
|---|---|---|
Card Rápido (fase Lead) e lead_tentativas | no ar | fonte da prova de contato e da próxima ação |
| Monitor de 30 min | no ar | vira o estado 2 do relógio |
| Cadência 13h30 / 18h30 / 19h / 20h | no ar | vira o canal de cobrança do escalador, com o teto que já respeita |
| Watcher do Canal Aberto | no ar | vira a régua de 24h da fonte, estendida além dos 3 dias |
BZ no WhatsApp (meus leads, tarefas) | no ar | a boca do agente com corretor e gerente |
| Stagehistory no DuckDB local | no ar | histórico de fase, base do estado e do KPI D+7 |
| Painel de adoção do Proativo | no ar | sinal de engajamento por corretor |
| Playbook RevOps v3 (metas R1 a R6, amostragem, escada de reincidência) | no ar | o método que o Leandro já usa vira o método de auditoria do Giro |
| Tabela de estado por card (o relógio) | falta | o coração do agente, hoje não existe |
| Régua das fases Em contato, Quente, Morno, Frio | falta | item 1 do backlog do playbook, maior obra e maior impacto |
| Dedup na entrada (telefone e e-mail) | falta | corta 28% do site e 42% do Zap antes de acionar gente |
| Alerta de reentrada no card original | falta | item 4 do backlog, 95 reentradas ignoradas no ano |
| Repasse automático 10 / 30 min | falta | já prometido na OnePage do Gerente, pendente de validação do Yuri |
| Brief do gerente 8h45 | falta | item 2 do backlog, a saída diária do escalador |
| Brief do Yuri (placar dos 6 gerentes) | falta | novo, mede cobrança de gerente sem depender de relato |
| Laudo do RevOps (amostra + prova de fachada) | falta | novo, alimenta auditoria e trilha de capacitação |
| Régua própria do plantão (perfil no ato, D+1) | falta | novo, melhor retorno por card do território |
Teto duro: 3 mensagens por corretor por dia, somando tudo que a casa dispara. O Giro entra na fila que já existe, não abre canal novo.
Ordem de prioridade quando o teto aperta: plantão, depois site, depois canal aberto, depois Zap. Dentro da fonte, ordena por valor do card. Conversão da fonte define quem passa na frente.
Agrupamento sempre: uma mensagem com os 5 cards do corretor, nunca 5 mensagens. Padrão que já vale por causa do risco de shadow ban do chip.
Horário: segunda a sexta 9h às 19h, sábado 9h às 13h, domingo não opera. Mesma guarda das automações atuais.
Silêncio ativo: corretor com todos os cards em dia não recebe nada. O agente que fala todo dia com todo mundo vira ruído, e ruído é ignorado em uma semana.
Liderança fora do teto: brief do gerente, placar do Yuri e laudo do RevOps não competem com o teto do corretor, são canais próprios e de baixa frequência.
O Giro não sai cobrando o passivo, isso viraria avalanche. Ele organiza e devolve pro Rito 5 (mutirão quinzenal), por equipe, em 3 baldes já classificados:
Meta: estoque de dormentes do território zerado em 3 mutirões (6 semanas), no mesmo ritmo já previsto no playbook. Como todo descarte é humano, o RevOps audita amostra do balde 2 pra garantir que a decisão do mutirão não virou lixeira de conveniência.
Os 8 números do sistema medem a operação. Estes 7 medem o agente, são a régua dele na leitura de segunda e são a responsabilidade do dono operacional:
| Onda | O que entra | Critério de funcionou |
|---|---|---|
| 0 · Sombra concluída em 16/08/2026 | Território, tabela de estado, relógio e placar por card. O agente calcula tudo e não envia nada, só registra o que teria feito. Entregue: motor giro_estado.py (3.980 cards em 9 estados), validação contra o Bitrix (8 de 8 estados, nenhum card sem estado), placar setorizado por fonte, equipe e corretor, cron diário às 6h20 e a medição do volume. | Log bate com a realidade: sim. Volume: reprovou ligar direto (72% da equipe cobrada no dia 1) e passou com rampa (3% por dia). |
| 0,5 · Rampa em curso, depende de gente | Etapa que não existia no plano original: entrou porque a medição da onda 0 reprovou a partida direta. É o Mutirão de Partida, com 215 cards vivos travados entre 8 e 29 dias, 49 corretores, 7 equipes e R$ 344,69 milhões em jogo, mais a redistribuição dos 111 cards órfãos, que é ação da gerência geral. Não tem código novo: é agenda de gerente com o corretor, 15 minutos por pessoa. | lista zerada em todas as equipes. A régua do agente não liga antes disso. |
| 1 · Executor interno bloqueada pela rampa | Cria tarefa, carimba campo, sinaliza sem prova, cobra pelo BZ com teto. Régua do plantão (perfil no ato e D+1) entra aqui, é a de melhor retorno. Primeiro laudo do RevOps. | cobertura do relógio em 100% do fluxo novo, rejeição de flag abaixo de 5% |
| 2 · Repasse e escalada | Repasse automático 10 e 30 min (validado pelo Yuri), dedup na entrada, alerta de reentrada, brief do gerente às 8h45 e placar dos gerentes pro Yuri. | 6 gerentes recebendo o brief, Yuri com o placar diário, duplicidade do Zap caindo pela metade na mesa do corretor |
| 3 · Decisão de saída plano escrito em 16/08/2026 | Régua de Em contato, Quente, Morno e Frio. Flag de régua esgotada e baldes do mutirão por equipe. Trilhas de capacitação do RevOps rodando. Plano completo: Onda 3, a Decisão de Saída. A medição achou o buraco principal: 95% dos cards em "Em contato" nunca receberam temperatura (651 cards, R$ 754,5 milhões). Antes da régua vem o padrão de temperatura escrito e o mutirão de classificação. | dormentes do território abaixo de 40%, fila de decisão estável, auditoria sem apontar descarte indevido |
| 4 · Voz com o cliente fase 2, depois de estabilizado | Resgate: se o corretor não toca no prazo, o Giro manda a primeira mensagem ao cliente e devolve o contexto pro corretor. | decisão nova do COO, com o resultado das ondas 1 a 3 na mesa |
Avalanche de cobrança. Onda 0 roda em sombra justamente pra medir o volume antes de abrir a boca. Teto de 3 mensagens e silêncio ativo valem desde o primeiro dia.
Limpeza silenciosa. Resolvida na raiz: o agente não descarta nada e não move fase. Todo lead que sai do funil saiu pela mão de uma pessoa, com motivo declarado e sujeito à auditoria por amostra do RevOps.
Flag que vira dado morto. O outro lado da mesma escolha. Sinalizar sem decidir só funciona se a decisão acontecer, por isso a fila de decisão entrou no placar com quantidade e idade. Fila crescendo duas semanas seguidas é pauta obrigatória da leitura de segunda.
Agente que vira alerta ignorado. É o risco número um, e é o que já aconteceu com o Proativo (44 avisos, 1 abertura). Por isso ele tem poder de escrever no CRM: quando ninguém age, alguma coisa acontece do mesmo jeito.
Cobrança sem capacitação. Cobrar quem não sabe fazer não ensina, só queima a relação e empurra pro descarte de conveniência. Por isso a qualificação é entrega esperada do RevOps, não um extra.
Gerente esvaziado. Um cobrador por pessoa. A gerência geral entra na exceção declarada, sempre com o gerente na conversa, senão a equipe aprende a esperar o degrau de cima.
Defeito do agente virando trabalho do COO. É pra isso que existe dono operacional. O COO patrocina, homologa mudança de régua e lê o sistema. Ele não opera o agente.
Régua errada culpando gente. Rejeição de flag acima de 5% ou cobrança que atinge mais de 40% da equipe todo dia são sinal de régua mal calibrada. O ajuste é uma mudança de processo por semana, na leitura de segunda, como já manda o Rito 4.